Resumo:O mercado Forex encerra novembro de 2025 em um pivô decisivo, com o ouro consolidando ganhos em US$ 4.169 por onça-troy e tendência bullish geral impulsionada por apostas de 87% em corte de 25 pontos-base pelo Federal Reserve em dezembro, enquanto a prata testa resistências em US$ 32 com suportes firmes em US$ 30 ante demanda industrial e inflação persistente acima de 2% nos EUA.

Publicado em 29/11/2025
O mercado Forex encerra novembro de 2025 em um pivô decisivo, com o ouro consolidando ganhos em US$ 4.169 por onça-troy e tendência bullish geral impulsionada por apostas de 87% em corte de 25 pontos-base pelo Federal Reserve em dezembro, enquanto a prata testa resistências em US$ 32 com suportes firmes em US$ 30 ante demanda industrial e inflação persistente acima de 2% nos EUA. Paralelamente, o Dólar Americano Index (DXY) declina para 99,479 após queda semanal de 0,72%, o pior desde julho, refletindo dados econômicos cooling e comentários dovish de John Williams, que sinalizou “espaço para ajuste adicional em breve”. Essa fraqueza do dólar abre portas para ganhos em pares de moedas como EUR/USD (+0,5% para 1,1530) e emergentes, mas guerras cambiais históricas — como as de 1930 e 2008 — alertam para riscos de devaluações competitivas que distorcem trades e elevam volatilidade. Este relatório da WikiFX mergulha nas previsões detalhadas para ouro, prata, dólar e implicações de currency wars, com análise técnica, fundamental e projeções para dezembro, destacando oportunidades em um ano de easing global e inflação teimosa.
O ouro (XAU/USD) mantém viés bullish de longo prazo, com preço spot negociado em torno de US$ 4.169 após estender rebound para US$ 4.160 no início da sessão, representando alta de 0,8% nas últimas 24 horas e 1,2% semanal. Essa consolidação reflete a pausa nas altas do dólar americano, favorecida por releases econômicos importantes e a proximidade do feriado americano, que reduz volume e amplifica movimentos. Plataformas de trading como FOREX.com reportam performance positiva no índice de ouro, com o preço subindo ante expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve ainda este ano. Suportes chave incluem US$ 4.100, US$ 4.060 e US$ 3.990 por onça, alinhados com retrações de Fibonacci e médias móveis, enquanto resistências em US$ 4.170, US$ 4.220 e US$ 4.280 representam alvos de extensão com probabilidade de 70% em dezembro se o easing se confirmar. No Brasil, com dólar em R$ 5,38, o grama de ouro atinge R$ 714,84, consolidando o metal como hedge contra IPCA acima de 5% acumulado, com onça a R$ 22.400 e inflows em ETFs como GOLD11 de R$ 150 milhões na sessão.
Analistas preveem continuação da tendência bullish para o ouro, com ganhos fortalecendo-se e foco na resistência de US$ 4.220, chave para breakouts recordes. Indicadores técnicos confirmam o outlook: RSI de 14 dias em 57 permite mais espaço antes de sobrecompra, enquanto MACD inclina para cima, aguardando estímulo de dados como PCE Core na sexta (projetado em 0,2% m/m). Fatores fundamentais incluem compras de bancos centrais (1.313 toneladas no Q3, US$ 146 bilhões) e trajetória do dólar enfraquecido, com DXY em 99,479. Guerras cambiais históricas, como a de 2008 com easing agressivo, impulsionaram ouro para US$ 1.900 como refúgio, e em 2025, devaluações competitivas EUA-China podem repetir o padrão, elevando demanda para US$ 4.280 até fim de ano se inflação persistir acima de 2%. No curto prazo, rompimento acima de US$ 4.220 mira US$ 4.381 histórico; pullback abaixo de US$ 4.060 testa US$ 3.990. Para 2026, projeções apontam US$ 4.500 com déficits fiscais e desdolarização.
A prata (XAG/USD) acompanha o ouro em viés positivo, negociada próximo de US$ 31,50 após alta de 1,1% semanal, testando resistência em US$ 32 com suportes em US$ 30 e US$ 29,50. Esse movimento reflete demanda industrial crescente (solar e eletrônicos, +15% YoY) e correlação de 0,85 com ouro, beneficiada por easing global. Plataformas reportam volume em alta durante overlap Londres-Nova York, com prata subindo ante yields reais negativos. No Brasil, com dólar em R$ 5,38, o grama de prata atinge R$ 1,68, com onça a R$ 52,40, atraindo varejo como hedge acessível contra inflação. Inflows em ETFs de prata somam US$ 5 bilhões YTD, com prêmios em Mumbai em US$ 0,50/onça sinalizando escassez.
Previsões para prata indicam alta sustentada, com rompimento de US$ 32 abrindo caminho para US$ 33,50 em dezembro se Fed cortar juros, impulsionado por demanda industrial (+15% em painéis solares) e correlação com ouro. RSI em 55 permite upside, MACD bullish. Guerras cambiais como 2010s EUA-China elevaram prata para US$ 50 como hedge, e em 2025, devaluações podem repetir, com target de US$ 34 em 2026 se inflação acima de 2% persistir. Curto prazo: acima de US$ 32 mira US$ 33,50; abaixo de US$ 30 testa US$ 29,50. Para Brasil, prata como hedge acessível contra IPCA 5%, com projeções de R$ 1,80/gr em 2026.
O Dólar Americano Index (DXY) encerrou a semana defensivo, fechando em 99,479 após declínio de 0,72%, o mais fraco desde julho, em sessão Black Friday illíquida com outage em futuros expondo vulnerabilidades. Essa fraqueza reflete build-up em expectativas de corte de 0,25% na FOMC de dezembro (87% implícito), interpretando dados pós-shutdown como cooling growth. Williams sinalizou “espaço para ajuste”, steerando taxas mais baixas e reduzindo yield advantage. Ausência de pushback hawkish reforçou confiança no easing, com dólar negativo em cross-currency flows. No Brasil, USD/BRL em R$ 5,34 (-0,2%) beneficia-se, mas Ptax sexta adiciona volatilidade.
Previsões para dólar indicam continuação da queda, com DXY testando 99,000 em dezembro se PCE vier fraco (0,2% m/m), com 70% chance de downside ante dovish Fed. RSI em 45 bearish, MACD declinando, target 98,500 em easing agressivo. Guerras cambiais históricas como 1930 (Grande Depressão) e 2008 (easing competitivo) enfraqueceram dólar para 80 em DXY, e disputas EUA-China podem repetir em 2025, distorcendo trades com tarifas. Curto prazo: acima de 100,000 rebound para 100,500; abaixo de 99,200 para 98,500. Para 2026, DXY médio 95 com easing global, mas retaliations elevam volatilidade.
Guerras cambiais, devaluações competitivas para vantagem, impactam Forex profundamente. A de 1930 levou à Depressão com tarifas Smoot-Hawley, distorcendo trades; 2008, com easing agressivo, gerou temores de devaluações e dólar para 70 em DXY. Disputas EUA-China (2010s-2020s) elevaram volatilidade em USD/CNY, com tarifas impactando emergentes. Implicações: disrupção comercial, inflação por importações caras, volatilidade em capital flows e políticas retaliatórias como quotas. Para traders, hedging em pairs como USD/JPY contra intervenções, mas oportunidades em breakout durante tensões. Em 2025, com Fed dovish, guerras cambiais ameaçam estabilidade, mas oferecem trades em volatility para estratégias de momentum.
Ouro em US$ 4.169 mira US$ 4.280, prata US$ 32 para US$ 34, DXY 99,479 para 99,000 com 87% corte Fed, mas guerras cambiais alertam para riscos. Use risk management, corretoras reguladas via WikiFX SkyEye. Em 2025, Forex é volatilidade — navegue com estratégia.
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